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Bucetinha Virgem

by on nov.18, 2009, under Caiu na Net, Fotos Amadoras



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Bucetinha Virgem

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Bucetinha Virgem, 7.8 out of 10 based on 5 ratings





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  • Paulo de Andrade

    Essa ainda tem cabaço ninguém deu um amasso nela quem sabe um dia aquele abraço.
    Essa de fato não perdeu o seu selinho,
    Pude comprovar a filha do vizinho,
    Se exibia da sua casa entre aberta a sua bucetinha virgem ainda podia se ver seu cabaço.

    Na minha rua deserta não se via ninguém por perto quando ela surgiu nuazinha,
    Ela se exibia nua com dois dedos ainda abria aquela boca sem dente,
    A sua virgindade ainda podia ser vista nunca foi tocada sexualmente,
    Sendo uma menina filha única sua mãe trabalhava fora morava ainda sozinha.

    Resolvi contar essa história real de uma menina sem juíso,
    Que parecia querer perder o seu cabaço,
    Se eu fosse um outro qualquer faria dela uma menina mulher,
    Basta ela querer quem sabe aquele abraço.

    Como sou um poeta de talento respeito quem quer que seja,
    Procuro viver da minha poesia busco contar,
    Através de uma inspiração essa realidade,
    O que pro mundo existe quem possa ocultar.

    A menina se exibia nua sem mesmo querer,
    A sua intimidade ocultar,
    Como se ela fosse uma mulher sem cabaço,
    Se exibia sem se intimidar.

    Comentei falar para seus pais quando ela,
    Tomando a frente com mêdo de apanhar,
    Fez uso da maldade alheia pra me caluniar,
    Ainda me jogando contra os pais dela.

    Sem ter como me defender,
    Diante daquela menina sem juíso tive de pagar,
    Uma cesta básica na justiça,
    Que me deixou nas mãos de um agiota.

    Sem solução de resolver,
    O agiota jurou um dia com minha vida acabar,
    Diante dessa injustiça,
    Por causa de uma vigem xoxota.

    Não sei como essa menina foi capaz,
    De ser tão imoral nada fiz pra ela me caluniar,
    Fui acusado de calúnia injustamente,
    E fui condenado a ter que uma grana pagar.

    Trinta anos trabalhei,
    Dez salários mínimos pude ganhar,
    Com seis salários me aposentei,
    Treze anos depois com três pude ficar.

    Pedi na justiça a revisão contra o inss,
    Que por sua vez foi negada,
    O Senado aprovou como Deputado Federal também,
    E por causa do Lula não deu nada.

    Que pudesse me favorecer,
    Só me restou mais uma vez confiar,
    No Partido do PT um voto de confiança,
    Por não ter como no outro votar.

    Quem sabe a Dilma possa resolver,
    A mudar a minha situação,
    Porque nessa altura só ela,
    Seria a melhor opção.

    Sendo ela uma mulher,
    Ela seria de fato capaz de nos ajudar,
    Só não podemos viver assim,
    Sem ter como as nossas contas pagar.

    Dez mil poesias inspirei,
    Algumas eu pude registrar,
    Das quais deixo nos meus recados orkut,
    Pra quem quiser comentar.

    Do poeta: Paulo de Andrade

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  • Koilpeterkings787

    Punheteiro é Fodah !
    Tosco…
    (y) ‘

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